Joelma afirma que após divórcio se sentiu como “pássaro livre da gaiola”
Por Redação Publicado 12 de novembro de 2015 às 11:37

A cantora Joelma Calypso se comparou a um ‘pássaro livre’ após assinar o divórcio de Chimbinha. Em entrevista ela contou o que sentiu ao deixar o Fórum na última segunda-feira (9).

“Liberdade. Eu fiquei tão feliz, como se fosse um passarinho preso na gaiola e alguém abriu a porta e ele voou, Hoje eu administro, monto coreografia, eu componho”. disse Joelma.

Segundo ela, a música traz uma mensagem positiva e tem a ver com seu momento pessoal. “Fala de coisas boas, de força, superação, de deixar coias ruins para trás e seguir em frente. Tem a ver com o momento que estou vivendo agora. Foi muito difícil, não vou dizer que foi fácil”, confessou.

Ela falou ainda sobre o show em Teresina, quando chorou ao dividir o palco com o ex-marido. “Eu não queria estar ali e fui forçada. Foi o momento mais difícil da minha vida”, disse. Joelma também contou que nunca imaginou cantar sem o guitarrista. “Nunca me imaginei na vida, foi uma coisa que me pegou de surpresa. Era uma ligação muito forte, mas não deu não deu, né?”, falou.

Joelma fará sua última apresentação com a Banda Calypso em dezembro. A partir de janeiro a nova vocalista, Thábata Mendes, assume seu lugar ao lado de Chimbinha.

Fonte: Movimento Country

 

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).