Christina Grimmie, do ‘The Voice’, foi morta na frente de 60 crianças
Por Redação Publicado 11 de junho de 2016 às 10:39

De acordo com uma reportagem do jornal “Mirror”, cerca de 60 crianças assistiram ao momento em que a cantora e ex-participante do “The voice” norte-americano Christina Grimmie foi assassinada. Ela participava de uma sessão de autógrafos em Orlando, na Flórida, na sexta-feira, quando um homem com duas pistolas entrou disparando.

A jovem de 22 anos foi atingida pelos tiros, chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Uma testemunha revelou que o atentado foi muito rápido. Foram cinco disparos, que causou um tumulto no local. Logo em seguida, era possível ver a cantora estendida no chão.

Segundo a agência de notícias “Reuters”, Christina estava dando autógrafos com membros da banda Before You Exit, com quem havia se apresentado mais cedo, quando um homem armado abriu fogo antes de que o irmão da cantora o detivesse no local de shows Plaza Live, segundo informou a polícia de Orlando no Twitter.

Christina Grimmie ficou em terceiro lugar na temporada de 2014 do programa, um concurso de música transmitido pela rede NBC. “Nós estamos arrasados”, declarou em sua conta no Twitter o programa The Voice.

A identidade do atirador ainda não foi revelada pela polícia americana. Ele se matou logo em seguida. O crime chocante aconteceu uma semana após uma série de artistas iniciarem uma campanha para controle de armas no país. Personalidades adotaram a cor laranja em memória daqueles que perderam suas vidas para a violência.

Em sua última entrevista, Christina falou com entusiasmo sobre o futuro. Ela planejava lançar um novo álbum. Sobre os próximos passos, ela respondeu: “Tem tanta coisa nova, música incrível chegando”. Ainda não foi divulgado informações sobre velório e enterro da artista.

Fonte: Extra

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).