Em duas apreensões, DOF retém 2.500 quilos de maconha em MS
Por Redação Publicado 8 de agosto de 2016 às 11:41

Em Ponta Porã, foram encontrados 1.900 quilos da droga no Jardim das Flores; outros 500 kg foram apreendidos em Dourados

O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) aprendeu 2.500 quilos de maconha no fim de semana em duas ações, feitas em Dourados e Ponta Porã no fim de semana. Três pessoas foram presas em flagrante.

Em Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande, os policiais encontraram 1.470 quilos de maconha no fundo falso de um reboque com placas de Foz do Iguaçu (PR), que estava em frente a uma residência no Jardim das Flores. Carmelo Ribeiro Rocha, 57, morador em Três Lagoas, foi encontrado na casa onde o reboque estava estacionado.

No quintal da residência os policiais encontraram um trailer com mais 430 quilos da droga. Carmelo contou que receberia R$ 4 mil para guardar a maconha e que reboque esperava uma carga legal para disfarçar o transporte da droga. Ele disse não saber para onde a maconha seria levada.

No município de Dourados, o DOF prendeu os douradenses Jean Carlos Cabanhe Bamberg, 21, e Antônio da Silva Cunha, 33, depois que eles “furaram” um bloqueio na BR-463 e fugiram. Em seguida, outra Strada, cor prata, passou em alta velocidade.

Houve perseguição e outra equipe do DOF interceptou a picape branca, conduzida por Antonio Cunha e que tinhha Jean Carlos como passageiro. O outro veículo foi encontrado abandonado em um posto de combustíveis, na Avenida Guaicurus, com 600 quilos de maconha na carroceria.

Segundo o DOF, os dois douradenses eram batedores da carga de maconha. O veículo com a maconha apresentou adulteração no chassi e motor.

Fonte: Campo grande News

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).