Para deputado projeto Indústria Sem Fronteira beneficiará Brasil e Paraguai
Por Redação Publicado 22 de março de 2017 às 15:17

O deputado estadual Lidio Lopes (PEN) reuniu-se com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta terça-feira (21), para recepcionar o presidente da Fiems, Sérgio Longen, o ministro da Indústria e Comércio do Paraguai, Gustavo Leite e demais autoridades na Secretaria de Governo Mato Grosso do Sul.Na oportunidade, Sérgio Longen e Gustavo Leite apresentaram ao governador o projeto Indústria Sem Fronteiras que visa impulsionar a competitividade e a integração entre Brasil e Paraguai.

A proposta foi elaborada a partir do decreto estadual que criou o programa Fomentar Fronteiras. Na avaliação do deputado Lidio Lopes, o projeto irá beneficiar tanto o Brasil quanto o Paraguai. “Acredito que isso irá fortalecer o setor industrial em Mato Grosso do Sul e promover a geração de empregos, além de movimentar a economia de ambos os lados”, afirma o deputado.

De acordo com o ministro Gustavo Leite, o Paraguai espera a adesão maciça do empresariado brasileiro. “Os dois lados são irmãos e só tem a sair ganhando com esta relação”, observou o ministro.A proposta Indústria Sem Fronteiras tem o intuito implantar um empreendimento na região de fronteira, por meio de estrutura do Programa Fomentar Fronteiras, criado por meio do Decreto nº 14.090/2014, e da chamada Lei de Maquila, que preveem a isenção de impostos.

A medida também permite infraestrutura de municípios fronteiriços, como a logística de transportes, custo da energia e água, mão de obra e, ainda, locais adequados para instalação do empreendimento. “Tenho certeza que o Indústria Sem Fronteiras pode contribuir muito para fortalecer todo o Estado, principalmente a região de fronteiras, criando ali caminhos de desenvolvimento para o setor industrial, fortalecendo as indústrias, o comércio, e principalmente os municípios fronteiriços do Brasil e Paraguai”, afirmou Reinaldo Azambuja. Na reunião também estiveram pressentes os deputados Paulo Corrêa (PR) E Zé Teixeira (DEM).
Área de anexos.

Fonte; MS Noticias/Por: Jhoseff Bulhões, com assessoria

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).