Andressa Urach desabafa: “Vergonha de lembrar de como era vulgar”
Por Redação Publicado 13 de julho de 2015 às 07:19

Urach estreou como repórter da Record no último domingo; ela comandou o quadro “Sobrevivi” no programa Domingo Show

Andressa Urach lançou uma linha de roupas Foto: Divulgação

Andressa Urach, que estreou como repórter ontem na Record durante o programa Domingo Show, cedeu uma entrevista reveladora ao site de famosos da Globo, o Ego. Ela, que lançou mais uma linha de roupas, com peças comportadas e sérias que transmitem bem a nova fase de sua vida, desabafou: “A roupa influencia muito. Hoje as pessoas me olham com respeito. Principalmente os homens. Antes me sentia como um pedaço de carne e é exatamente essa imagem que a mulher passa quando se veste vulgarmente como eu me vestia”.

Desde que se recuperou de uma séria infecção nas pernas e nos glúteos causada por aplicação de PMMA e hidrogel, a apresentadora se converteu à religião evangélica e hoje desfila looks sem decote e com saias até o joelho.

“Mulher tem que se valorizar. Aprendi muito com tudo que aconteceu comigo e definitivamente tenho vergonha de lembrar como puder ser tão vulgar”, concluiu.

Com muita história ainda para contar, Andressa Urach já disse que planeja lançar um livro contando os detalhes de sua superação, o lançamento no entanto, ainda não tem data para ser lançado.

Fonte: Diário 24 horas

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.