Anúncio com modelo magra demais é proibido por agência reguladora
Por Redação Publicado 3 de junho de 2015 às 11:59

Um anúncio da marca de produtos do segmento de luxo Yves Saint Laurent com uma modelo “abaixo do peso de forma doentia” foi proibido pela agência de regulação de publicidade britânica.
A peça, publicada na revista Elle do Reino Unido, trazia uma mulher com as costelas visíveis e proeminentes, de acordo com a Advertising Standards Authority (ASA).
A agência deu razão a um leitor que disse que o anúncio era irresponsável por usar uma modelo magra demais.
A Yves Saint Laurent (YSL) e a Elle UK se recusaram a comentar a decisão.
A ASA disse que a YSL “indicou que eles não concordavam com a visão do leitor de que a magreza da modelo não era saudável”, mas não deu uma resposta detalhada.
A ASA disse que a pose da modelo e a iluminação destacavam seu peitoral, em que a costela é visível e proeminente, e suas pernas, em que coxas e joelhos tinham a mesma largura.
“Por isso, consideramos que a modelo parecia abaixo do peso de forma doentia na imagem e concluímos que o anúncio é irresponsável.”
O órgão decidiu que a peça não pode ser publicada novamente da mesma forma, e acrescentou que “recomendou que os anunciantes assegurassem que as imagens em seus anúncios fossem feitas de forma cuidadosa”.
No início do ano, uma campanha do perfume Black Opium, da Yves Saint Laurent, foi liberada pela ASA após reclamações de que glamorizava e banalizava o uso de drogas e o vício.

Fonte: BBC/G1

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.