“Aposentados”, veículos do Exército serão leiloados e poderão rodar nas ruas
Por Redação Publicado 4 de agosto de 2016 às 08:07

Vistos em operações das Forças Armadas e nos desfiles cívicos de 7 de Setembro, veículos do Exército Brasileiro serão leiloados e poderão ser arrematados por qualquer cidadão e rodar normalmente nas ruas e estradas do país. Em Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande, 34 lotes vão a leilão na terça-feira (9).

O leilão será feito no 28º Batalhão Logístico do Exército, com início do pregão às 13h30, na Avenida Guaicurus, onde fica o quartel do Exército.

Para quem está distante, o leilão eletrônico já está aberto e termina na mesma data e horário do modo presencial. Para participar é preciso acessar o portal da Casa de Leilões (www.casadeleiloes.com.br), fazer um cadastro e apresentar os lances após conferir os lotes.

Caminhões e até Fusca – De acordo com a assessoria da empresa leiloeira, os valores iniciais variam de R$ 300 e R$ 9.000. Entre os veículos estão 12 viaturas de transporte marca Engesa, fabricadas na década de 80, com capacidade de transportar duas toneladas e meia, tração 6×6 e movidas a diesel.

Os lotes mais baratos são quatro viaturas de reboque, cujo lance inicial é de R$ 300. Há na lista ainda quatro Toyota Bandeirantes com preços iniciais de R$ 5 mil a R$ 7 mil e um Fusca ano 1980 com o motor desmontado, com preço inicial de R$ 1 mil.

O pregão será conduzido pela leiloeira oficial Regina Aude e os lotes podem ser vistoriados pelos interessados até 30 minutos antes da abertura da sessão pública presencial. Pessoas físicas e jurídicas podem participar.

Após o arremate, o comprador terá 15 dias úteis para fazer a retirada do lote após a declaração de vencedor do certame. Se o prazo não for cumprido, o comprador será considerado desistente, perde o direito à posse, ao valor do sinal e à comissão paga à empresa leiloeira. Também pode sofrer sanções penais.

Fonte: Campo grande News

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).