Vereadores realizam Câmara Participativa para tratar sobre acessibilidade e mobilidade urbana na Capital
Por Redação Publicado 28 de junho de 2017 às 09:00

Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande promovem no próximo dia 28 de junho, quarta-feira, às 15 horas, na Arena do Horto Florestal, Reunião Pública para discutir o atual cenário de Campo Grande no que compete à acessibilidade e mobilidade urbana. O objetivo é reunir todos os órgãos públicos, entidades não governamentais, pessoas com deficiência, idosos, gestantes e sociedade em geral para discutir o tema.

Para o presidente da Casa de Leis, vereador Prof° João Rocha a ideia da Câmara Participativa é promover discussões sobre  o assunto que resultará em audiências públicas, projetos de lei que contemplem a população. “A proposta é levantar discussão com as entidades e com a população para promover criação de novos projetos de lei para atender as necessidades do campo-grandense”, reforçou.

“Tivemos resultados positivos da última Câmara Participativa que tratou sobre agricultura em Campo Grande, que resultou na criação de lei pra atender o setor, esse é o propósito da Casa de Leis, trazer o assunto para perto e,  a partir da discussão,  desenvolver políticas públicas que contemplem cada setor com sua necessidade abordada nas reuniões”, acrescentou.

Serviço – A Reunião Pública será realizada na próxima quarta-feira (28), às 15 horas, na Arena do Horto Florestal, localizada na Avenida Fabio Zahran, ao lado do Instituto Mirim.

O evento terá transmissão ao vivo pelo Facebook e poderá ser acompanhado pela Fanpage oficial da Câmara pelo link: https://www.facebook.com/camaracgms/

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).